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sábado, 4 de janeiro de 2014

Dieta Detox – A dieta desintoxicante


O objetivo da dieta detox é restaurar o equilíbrio do organismo. Perde-se peso e melhora-se a saúde. A dieta desintoxicante, ou, abreviadamente, dieta detox, tem como traço fundamental o fato de proceder a uma limpeza generalizada no organismo. Com isto, eliminam-se toxinas que podem levar na perda de quilos. No final desse post há dicas de livros, Apps e sites!

Todos os dias o nosso corpo é atingido por vários componentes prejudiciais, como medicamentos, corantes, conservantes e gorduras, entre outros. A dieta detox, portanto, é uma dieta diurética nutritiva e desintoxicante, recomendada após um período longo de exageros e maus hábitos alimentares que podem ter comprometido o funcionamento do fígado.

Alguns nutricionistas acreditam que o organismo é suficientemente inteligente para se libertar das impurezas. Outros não discordam, mas defendem que o detox é importante para facilitar o processo de purificação. Principalmente se for uma pessoa que costuma comer muitos frituras,  alimentos com gorduras transgênicas, que fuma,  que expõe-se muito ao sol e à poluição. Estes fatores contribuem largamente para o aumento de componentes tóxicos no organismo, que por sua vez traduzem-se numa menor resistência física, cansaço, excesso de peso e pele com aspeto opaco e envelhecido.

Embora as dietas detox tenham conquistado muitas  celebridades, muitas dessas dietas são radicais demais e podem comprometer a sua saúde, por isso antes de se decidir a fazer uma, tenha o cuidado de escolher uma que use alimentos funcionais – aqueles que além de nutrir,  te deixam mais resistente a doenças e ao envelhecimento.

As principais vantagens das Dietas detox:
  • melhora a saúde intestinal;
  • melhora o funcionamento do fígado;
  • deixa pele, unhas e cabelo mais saudáveis;
  • contribui para a prevenção da hipertensão, hipercolesterolemia (colesterol muito alto) e diabetes.

No menu detox, nem todas as refeições têm proteína animal. O objetivo é facilitar a digestão, favorecendo a limpeza do organismo e por sua vez a perda de peso.

As fibras têm um papel importante nesta limpeza do organismo. Por isso, o menu para qualquer dieta detox deve apostar em frutas, hortaliças, castanhas e sementes. O limão é o alimento rei, devido à sua ação alcalinizante que ajuda a melhorar o funcionamento do organismo e contribui para que o fígado elimine as toxinas extras. Nesta dieta, é proibido comer carne vermelha, açúcar, leite de vaca e derivados .

Durante o programa, que pode ser de dois dias, três, dez…  evite também pão e biscoitos refinados. Aliás, esses alimentos  podem sair de vez da sua alimentação. Mas se não consegue viver sem eles, aposte num regime depurativo regular. O seu corpo agradece… e no final você também!

Na dieta detox, deve-se seguir a “lei” do mais e do menos, ou seja:
  • MENOS frituras;
  • MENOS sal;
  • MENOS carnes vermelhas;
  • MENOS açúcares;
  • MAIS água;
  • MAIS frutas e legumes – há quem aposte em sucos feitos com couve, beterraba e outros legumes, porque desta forma aumentam a oferta de nutrientes e têm alto poder antioxidante, o que melhora o funcionamento do organismo;
  • MAIS arroz integral, leguminosas (lentilhas e grão de bico);
  • MAIS peixe (grelhado ou cozido);
  • MAIS chá sem açúcar – o chá tem substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias que estimulam a diurese, e ajudam o organismo a funcionar melhor;
  • MAIS atividade física regular.

Abaixo, seguem alguns links onde você pode encontrar menus detox:





E alguns dos melhores livros sobre dietas detox:











Existem também Apps que te ajudam a desintoxicar:








Importante deixar registrado que a dieta detox se faz por um período determinado de tempo. Então, é bom não abusar! Mas, coisas boas podem se tornar hábito e algumas idéias implantadas pelo detox poderiam ser aplicadas uma vez a cada dois meses, pois uma boa e limpa alimentação não fará nenhum mal ao nosso organismo e nem ao nosso ambiente.

Por Augusto Martini
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domingo, 11 de novembro de 2012

Frutose, aquecimento excessivo de alimentos: Como isso pode engordar você?

Introdução

Vivemos em um mundo onde perder gordura corporal é fundamental, pois, além de se distanciar do que é considerado belo, já faz é de conhecimento comum que o excesso de gordura corporal traz inúmeros prejuízos à saúde. Além disso, cada vez mais os índices de sobrepeso e obesidade se mostram alarmantes e verifica-se pouca eficácia no combate ao ganho de gordura corporal.

Frutose, AGE’S, inflamação, ganho de gordura e perturbações metabólicas

Altas concentrações de carboidrato no sangue (hiperglicemia) estimulam a produção de insulina (NELSON e COX, 2003), hormônio capaz de aumentar a produção de gordura no fígado e facilitar o transporte até os adipócitos (células gordurosas). Além disso, também provocam reações de glicação, que é a redução de um aminoácido por um açúcar, formando compostos chamados de agentes avançados de glicação (AGE’s). Esses compostos também são responsáveis por aumentar a inflamação no organismo, estando relacionados com danos cardiovasculares, neuropatias, adiposidade, diferenciação adipocitária, redução da sensibilidade à insulina, diabetes mellitus, danos periodontais, entre outros fatos deletérios ao organismo (MONDEN et al., 2012; PRASAD, BEKKER e TSIMIKAS, 2012, ZIZZI et al., 2012). Além disso, a glicação é responsável também por provocar alterações conformacionais na enzima catalase (BAKALA et al., 2012), fundamental no controle de espécies radicalares de oxigênio (ERO's ou radicais livres), podendo causar disfunção mitocondrial, o que compromete a boa harmonia na produção de energia (ATP), β-oxidação (queima de gordura) e aumenta a diferenciação de adipócitos jovens em adipócitos maduros, mais capazes de armazenar lipídios (TORMOS et al., 2011).

Sendo assim, é importante fugir dos açúcares e carboidratos refinados quando se busca o emagrecimento, pois esses compostos são capazes de aumentar muito a glicemia. Porém, apesar de não alterar muito a glicemia nem a insulina, a frutose não é uma boa opção para adoçar alimentos, pois possui capacidade extremamente superior à da glicose em formar AGE’s, provocando danos teciduais também superiores. A frutose é 70% mais doce que a sacarose e 30% mais barata. Por isso, é amplamente utilizada na indústria, pois além de reduzir custos, não forma grânulos, conferindo uma textura homogênea ao alimento. 

A frutose é metabolizada em quase sua totalidade no fígado, provocando sobrecarga, alteração na produção de hidrogênios, aumento do metabolismo das xantinas (YILMAZ, 2012), que é um fator crucial para ativação de vias inflamatórias com a formação de ácido úrico, substância com alto poder de danos em tecidos humanos, hipertensor e bastante relacionada com lesões e inflamações endoteliais, condrais e nefropatias, aumentando não só a inflamação, mas também o risco de doenças ateroscleróticas (MALIK et al., 2010). Além disso, outro grande produto do metabolismo da frutose é uma enorme quantidade de triacilgliceróis produzidos por vias lipogênicas. Porém, a frutose advinda da sua fonte primária, as frutas, parece não oferecer risco à saúde, o que pode ser explicado pela pequena quantidade de frutose contida nelas e pela menor velocidade de sua absorção, provavelmente por estar envolta por fibras solúveis, além de conter compostos fenólicos, antioxidantes e antiinflamatórios. Seu consumo moderado é metabolicamente mais positivo que a supressão total da frutose (MADERO et al., 2011), sendo que esses danos são mais relacionados ao uso da frutose refinada (MALIK et al., 2010). Deste modo, não se deve reduzir o consumo de frutas, mas sim, o de alimentos industrializados adoçados com frutose. 

Os alimentos onde há mais adição de frutose são: refrigerantes, achocolatados, “danoninhos”, iogurtes saborizados, barras de proteína, barras de cereais, algumas marcas de maltodextrina com sabor (as que não têm frutose costumam ter aspartame), bolos industrializados, hipercalóricos, granolas. Ou seja, os alimentos que a indústria direciona a crianças e destinados a quem quer melhorar o corpo, oferecendo um grande risco aos consumidores e certamente comprometendo os resultados de emagrecimento e de ganho de massa muscular.

Vale lembrar, também, que a sacarose formadora do nosso açúcar é a combinação de glicose e frutose, assim, metade da sacarose consumida tem o mesmo poder patogênico da frutose, além dos efeitos indesejáveis pela glicose, que será absorvida de modo muito rápido, causando hiperglicemia e hiperinsulinemia.

Outro fator importante a ser considerado é que a resposta depende também da preparação. Alimentos industrializados ricos em frutose costumam ser submetidos a elevado aquecimento. Assim, na presença de proteínas, ocorre a reação de Maillard, facilmente reconhecida pelo escurecimento não-enzimático dos alimentos, como cascas de pães e bolos. Esse processo ocorre em qualquer alimento onde haja carboidratos, proteínas e aquecimento, formando AGE’s no alimento, que, quando consumido, induz a uma maior inflamação do organismo humano, principalmente se o binômio tempo-temperatura for elevado e se os carboidratos forem muito redutores (como a frutose, por exemplo), já apresentando correlações com doenças degenerativas graves, como Alzheimer (TAKASHI et al., 2006) e danos renais (URIBARRI e TUTTLE, 2006), principalmente em dietas hiper-protéicas, o que é bem comum na população brasileira, principalmente entre os frequentadores de academia. Um bom exemplo de alimentos supostamente saudáveis que são ricos em AGE’s (ou PRM’s – produtos da reação de Maillard) são as granolas e as barras de proteínas, nas quais aminoácidos sofrem redução por carboidratos presentes no açúcar, frutose ou mel utilizados em altas temperaturas. O mesmo acontece no leite UHT, queijos pasteurizados e cereais matinais ultraprocessados. Esse é um dos motivos pelo qual o consumo de alimentos crus, cozidos em água ou no vapor é mais saudável que o alimento grelhado ou assado (URIBARRI et al., 2010). 

Felizmente, há trabalhos atuais demonstrando que alguns desses PRM’s submetidos a menor temperatura podem ser benéficos à saúde, inclusive com propriedades prebióticas, favorecendo uma microbiota intestinal saudável (SONG et al, 2012), que é determinante na menor translocação bacteriana e na eliminação de toxinas, reduzindo, assim, a carga inflamatória da alimentação, desfavorecendo o ganho de gordura e perturbações metabólicas (BENGMARK, 2012).

Considerações finais

Aparentemente, quanto mais saídas inovadoras a indústria cria para alterar a textura e a aparência dos nossos alimentos, piores eles tendem a ficar. Isso nos leva a crer que não há outra saída para melhorar a saúde senão a boa e velha receita de aumentar o consumo de frutas, hortaliças e folhosos in natura, cereais integrais, tubérculos de baixo índice glicêmico, carnes magras, ovos, sementes, óleos e condimentos naturais em proporções adequadas e individuais, combinados a um grande cuidado nas técnicas de preparo do alimento. 

Referências

Bakala H, Hamelin M, Mary J, Borot-Laloi C, Friguet B Catalase, a target of glycation damage in rat liver mitochondria with aging. Biochim Biophys Acta. Jun, 2012.
Bengmark S. Gut microbiota, immune development and function. Pharmacol Res. Sep, 2012.
Madero M, Arriaga JC, Jalal D, Rivard C, McFann K, Pérez-Méndez O, Vázquez A, Ruiz A, Lanaspa MA, Jimenez CR, Johnson RJ, Lozada The effect of two energy-restricted diets, a low-fructose diet versus a moderate natural fructose diet, on weight loss and metabolic syndrome parameters: a randomized controlled trial. Metabolism: Clinical and Experimental. 60(11):1551-9, 2011
Malik, Vasanti S., Barry M. Popkin, George A. Bray, Jean-Pierre Després, and Frank B. Hu. Sugar-Sweetened Beverages, Obesity, Type 2 Diabetes Mellitus, and Cardiovascular Disease Risk. Circulation. 121:1356-1364, 2010.
Monden M, Koyama H, Otsuka Y, Morioka T, Mori K, Shoji T, Mima Y, Motoyama K, Fukumoto S, Shioi A, Emoto M, Yamamoto Y, Yamamoto H, Nishizawa Y,Kurajoh M, Yamamoto T, Inaba M. Receptor for Advanced Glycation End Products Regulates Adipocyte Hypertrophy and Insulin Sensitivity in Mice: Involvement of Toll-Like Receptor 2. Diabetes. Sep, 2012.
Nelson D L, Cox M M. Lehninger: Princípios de Bioquímica. 3ª ed., Sarvier, São Paulo 2003.
Prasad A, Bekker P, Tsimikas S. Advanced glycation end products and diabetic cardiovascular disease. Cardiol Rev. Jul-Aug;20(4):177-83, 2012.
Schalkwijk CG, Stehouwer CD, van Hinsbergh VW. Fructose-mediated non-enzymatic glycation: sweet coupling or bad modification. Diabetes Metab Res Rev. 20:369-82, 2004;
Song N, Tan C, Huang M, Liu P, Eric K, Zhang X, Xia S, Jia C. Transglutaminase cross-linking effect on sensory characteristics and antioxidant activities ofMaillard reaction products from soybean protein hydrolysates. Food Chem. 1;136(1):144-51, 2012.
Takashi Sato; Noriko Shimogaito; Xuegang Wu; Seiji Kikuchi, Sho-ichi Yamagishi, Masayoshi Takeuchi, Toxic Advanced Glycation End Products (TAGE) Theory in Alzheimer’s Disease. Am j alzheimers dis other demen. May/June 2006 vol. 21 no. 3197-208
Tormos, K.V. et al. (2011) Mitochondrial complex III ROS regulate adipocyte differentiation. Cell Metab. 14, 537–544
Uribarri,j; Woodruff S, Goodman S, Cai W, Chen X,Pyzik R, Yong A, Strike GE, Vlassara H. Advanced Glycation End Products in Foods and a Practical Guide to Their Reduction in the Diet. Journal of the American Dietetic Association. Volume 110, Issue 6 , Pages 911-916.e12, June 2010
Uribarri, j; and Katherine R. Tuttle. Advanced Glycation End Products and Nephrotoxicity of High-Protein Diets. CJASN November. 1 (6) 1293-1299, 2006 
Yilmaz Y. Review article: fructose in non-alcoholic fatty liver disease. Aliment Pharmacol Ther. 35(10):1135-44. 2012 May; 
Zizzi A, Tirabassi G, Aspriello SD, Piemontese M, Rubini C, Lucarini G. Gingival advanced glycation end-products in diabetes mellitus-associated chronic periodontitis: an immunohistochemical study. J Periodontal Res. 2012.

Por Felipe Nassau
08/10/2012

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Suco de Romã para Perder Peso


A romã é uma fruta tão valorizada que, em sua homenagem, uma cidade leva seu nome. Além de ter um sabor único, é um recurso natural para quem quer emagrecer. O suco ou sumo de romã contém compostos e nutrientes eficazes que vai fazer na dieta ter um resultado mais fácil e mais rápido.
A aparencia da romã é tentadora, cor vermelha intensa, não só chama a atenção, mas os compostos dela são tão especiais, pois são antioxidantes naturais. Estes, juntamente com outras substâncias são responsáveis pelas propriedades medicinais da romã, incluindo aqueles que fazem aumentar o seu metabolismo, a depuração e permite que você perca alguns quilos extra. Uma maneira de alcançar esses benefícios é através do suco de romã.
Suco de romã para perder alguns quilos rápido, veja como preparar:
Ingredientes: 2 ou 3 romãs, 12 folhas de hortelã e gelo.
Preparação: Para preparar o suco, é necessário remover a pele da romã, depois coloque-o no liquidificador e bata. Uma vez que o suco está quase pronto, sem pedaços de frutas visiveis, adicionar a folhas de hortelã, previamente lavadas e bater novamente, desta forma as folhas de hortelã ficam totalmente trituradas e dará um sabor especial ao suco de romã. Se você quiser, pode adicionar gelo e uma rodela de limão.
O suco de romã ajuda a perder peso, porque além de suas propriedades laxativas e antioxidantes, a romã contém potássio. Este mineral é essencial para aumentar a diurese e eliminar líquidos acumulados no corpo. Isto significa que beber suco de romã é um laxante natural, desintoxicante, diurético e antioxidante. Todas as qualidades essenciais para perder peso rápido. É importante notar que, para obter todos os benefícios da romã, é essencial que você faça umaa dieta para emagrecer, e exercícios para emagrecer. Mudar hábitos para conseguir perda de peso é essencial.

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Os benefícios do AÇAÍ

O AÇAÍ cresce apenas na Amazônia brasileira e estudos recentes comprovam que é uma das frutas mais nutritivas do planeta. Porque? É natural, completo e puro, sem aditivos e não contém agrotóxicos.
É Rico em Proteínas, Lipídios Insaturados, Vitamina E, A e Complexo B, Fibras, Potássio, Cálcio, Fósforo, Magnésio, Zinco, Ferro e outros Minerais.
Sem Gorduras Trans e Sem Glútem.
A Cor Roxa vem das Antocianinas, que são Anti-Radicais Livres.
Uma das mais ricas fontes de antioxidantes que retardam o envelhecimento precoce e melhoram a saúde da pele.
Uma sinergia de gorduras monossaturadas (Consideradas Saudáveis), Fibras Alimentares e Proteínas que Reduz o Colesterol, Promovem a Saúde Cardiovascular e Digestiva, Aterosclerose, Perda da Memória e Visão, Agem Contra Diversos Tipos de Câncer, Combatem Radicais Livres e Anemia.
Favorece ainda a Circulação do Sangue e melhora as Funções Intestinais.
As Raízes combatem a Hemorragia e Verminoses.

Comparado com Leite de Vaca:
- Mesmo teor de Proteínas e Cálcio
- 4 vezes mais Energia
- 7 vezes mais Carboidratos
- 8 vezes mais Vitaminas B1 e C
- 118 vezes mais Ferro

O Estado do Pará é o maior produtor de Açaí do mundo e na cidade de Igarapé-Mirim, o Açaí cai bem no café da manhã, no almoço e no jantar. O fruto é a base de todas as refeições e a farinha, o acompanhamento preferido. O Açaí da Amazônia conquistou também paladares em outras regiões do Brasil. Em São Paulo, Lojas Especializadas e até Padarias Chiques tem no cardápio o Suco ou o Açaí na Tigela.
O Açaí ganhou lugar de destaque nas Academias de ginástica. Quem perde muita energia nos aparelhos quer repor essa energia com suco ou uma tigela de açaí. Mas mesmo entre os que praticam atividade física fica a pergunta: afinal, Açaí engorda? “Cada 100 gramas tem em media 160 calorias, uma tigela com banana e granola chega a 500 calorias”. Mas não são só carboidratos e gorduras que o açaí tem. A fruta é rica em nutrientes. “Muito rica em ferro, cálcio, potássio, vitamina B, C e além de tudo isso ainda tem fibras”, explica a nutricionista Letícia Bonini.
O açaí, se consumido com moderação, traz vários benefícios à saúde. “Rica em antocianinas, substâncias responsáveis pela circulação, ajuda no bom funcionamento de vasos sangüíneos”.

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domingo, 30 de janeiro de 2011

Os benefícios da Erva-mate

Análises e estudos sobre a erva-mate têm revelado uma composição que identifica diversas propriedades nutritivas, fisiológicas e medicinais no produto, o que lhe confere um grande potencial de aproveitamento. O mestre em botânica Renato Kaspary em publicação de 1991 sobre erva-mate e Eunice Valduga, em dissertação para obtenção do grau de mestre, trazem várias informações a respeito.

Na constituição química da erva-mate, aparecem:

Alcalóides (cafeína, metilxantina, teofilina e teobromina), taninos (ácidos fólico e cafeico), vitaminas (A, Bi, B2, C e E), sais minerais (alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio), proteínas (aminoácidos essenciais), glicídeos (frutose, glucose, rafinose e sacarose), lipídeos (óleos essenciais e substâncias ceráceas), além de celulose, dextrina, sacarina e gomas.

Assim, considera Kaspary, "a erva- mate é considerada um alimento quase completo, pois contém quase todos os nutrientes necessários ao nosso organismo".

Também é extenso o rol de propriedades terapêuticas da erva-mate, de modo especial em razão da presença de alcalóides, como a cafeína, na sua composição.

Destaca-se principalmente que o mate é estimulante da atividade física e mental, atuando beneficamente sobre os nervos e músculos eliminando a fadiga. Observa-se também que estimulante do mate é mais prolongada que a do café, sem deixar efeitos colaterais ou residuais como a insônia e irritabilidade. Por outro lado, a erva-mate atua sobre a circulação, acelerando o ritmo cardíaco e harmoniza o funcionamento bulbo-medular. Age também sobre o tubo digestivo, facilita a digestão e favorece a evacuação e mictação. É considerada ainda um ótimo remédio para pele e reguladora das funções do coração e da respiração, além de exercer importante papel na regeneração celular.

A erva-mate, segundo institutos de pesquisas internacionais, é um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso: elimina os estados depressivos, conferindo ao músculo maior capacidade de resistência a fadiga, sem causar efeitos colaterais. Após estudos realizados sobre os efeitos fisiológicos exercidos pela erva-mate concluíram: O emprego da infusão aumenta as forças musculares, desenvolve as faculdades mentais, tonifica o sistema nervoso, regulariza e regenera as funções do coração e respiração, facilita a digestão e determina uma sensação de bem estar e vigor no organismo, sem acarretar depressões ou qualquer efeito colateral no organismo, como a insônia, palpitações ou agitações nervosas provocadas por outras bebidas similares, permite como bom alimento (natural) que sejam suportadas as fadigas e a fome.

A erva-mate contém altas proporções de vitamina E, efetiva na regulação das funções sexuais, além de ser um elemento indispensável para a pele.

As análises feitas com as folhas de erva-mate mostram que esta planta possui vitaminas, aparecendo em maior escala as do complexo B; possui também cálcio, magnésio, sódio, ferro e flúor, minerais indispensáveis a vida.

A erva-mate é rica em ácido pantotênico, encontrado em menor escala na tão propagada geléia real das abelhas, muito procurada pelas características medicinais que possui.

Fonte: http://www.erva-mate.com
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Os benefícios do Amaranto

O amaranto é conhecido em vários países há muito tempo, porém, aqui no Brasil não faz muito tempo que começamos a escutar falar sobre esse grão altamente nutricional.

As pesquisas realizadas com o amaranto começaram por volta de 1996 e a partir daí começou o seu cultivo no Brasil.
O grão possui cerca de 15% de proteínas com alto teor biológico (aquelas com todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz). De acordo com estudos, ela se compara com a proteína do leite. É fonte de cálcio biodisponível (melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros tipos de vegetais. Além de ser fonte de fibras, zinco, fósforo e outros nutrientes.

Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten). Quase não tem gosto, o que é muito bom, pois a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor das preparações.

Ainda é pouco conhecido no Brasil. Por isso pode ser difícil a sua aquisição. Atualmente é comercializado em flocos naturais, semelhante aos flocos da aveia, pode ser consumido com frutas e iogurte, como ingrediente para preparação de pães, bolos, doces, sopas, vitaminas e também pode ser consumido como pipoca. A cada dia vem sendo pesquisado seu emprego como matéria-prima em alimentos consumidos habitualmente pela população.

Muitas pesquisas realizadas, tanto no Brasil e em todo o mundo, veem mostrando o potencial do amaranto na redução dos níveis de colesterol no sangue. Vários componentes presentes podem atuar neste efeito, como o óleo, a fibra, a proteína e as substâncias antioxidantes. Uma delas foi realizada por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da USP, que utilizaram as sementes e reduziram o colesterol de animais de laboratório. As pesquisas também mostraram resultados satisfatórios em humanos, prova que este alimento é outro forte candidato a fazer parte de uma alimetação saudável.


Por Roberta dos Santos Silva é nutricionista do site Cyber Diet e especialista em Atendimento Nutricional.
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sábado, 22 de janeiro de 2011

Uvas-Passas: Conheçam seus valores nutricionais e atuação na prevenção de doenças

As uvas secas sempre foram vistas como poderosas pelos homens. Suas propriedades, intuídas desde tempos pré-históricos, e provavelmente sua doçura e seu sabor, justificavam seu uso em cerimônias religiosas e na decoração de templos.
No século 4 a.C., a secagem das uvas já era feita no Norte da África - muitas vezes, enterrando-se as uvas nas areias do deserto.
O alimento encontrou campo fértil na região do Mediterrâneo, onde já havia uma tradição de cultivo de uvas e o costume de secar frutos ao sol. As passas foram incorporadas à alimentação local e, na época do Império Romano, que produzia e comercializava enormes quantidades da fruta seca, chegaram a uma espécie de apogeu.
Após a queda do Império Romano, as passas perderam o destaque na alimentação europeia, que só foi recuperado a partir do século 12, com as Cruzadas. Os cruzados, além de promoverem o intercâmbio entre a Europa e o Oriente - onde as frutas secas tinham papel essencial na alimentação, aprenderam a valorizar o alimento altamente energético, fácil de ser transportado e conservado.
Na Inglaterra do século 14, as passas eram consideradas comida de luxo. Durante o reinado de Elizabeth I, eram usadas como moeda de troca. No século 18, tornaram-se um importante produto do "mercado triangular" entre Europa, África e Américas. No século 20, consolidadas como fonte durável de energia e nutrientes, as passam tiveram papel fundamental na alimentação dos soldados nos fronts. Nas duas Grandes Guerras Mundiais, eram consideradas como "alimento ideal" para os combatentes.
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